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dc.contributor.authorPEREIRA, CARLA ÉRICA DA SILVA CAMPOS-
dc.contributor.authorGOMES, CAYO SILVA OLIVEIRA-
dc.contributor.authorSOUZA NETO, RIVAS MAGESTE DE-
dc.date.accessioned2026-07-10T12:42:40Z-
dc.date.available2026-07-10T12:42:40Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.citationOrientador não localizadopt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/5439-
dc.descriptionO objetivo deste trabalho é explicitar o que vem a ser o direito fundamental à saúde, bem como sua previsão legal na constituição Federal de 1988. Apresentar o fenômeno da judicialização da saúde no Brasil, enfocando conceito, origens e a atuação do Poder Judiciário nas Políticas Públicas de Saúde. Averiguar o fornecimento de medicamentos de alto custo e os impactos financeiros e orçamentários para o SUS. Apresentar o conflito entre o argumento da Reserva do Possível e o Mínimo Existencial, ressaltando os limites orçamentários do Estado analisando casos concretos sobre o fornecimento de medicamentos caros julgados pelo STF e STJ.pt_BR
dc.language.isootherpt_BR
dc.subjectDireito fundamental à saúdept_BR
dc.subjectprincípio da reserva do possívelpt_BR
dc.subjectmedicamentos de alto custopt_BR
dc.titleComo conciliar o direito fundamental à saúde, com o princípio da reserva do possível e os limites orçamentários do Estado, diante da crescente judicialização de demandas por medicamentos de alto custo?pt_BR
dc.typeArticlept_BR
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